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PROGRAMA JORNADA FRATERNA
FORMAÇÃO BÁSICA EM ATENDIMENTO FRATERNO

ROTEIRO DE ESTUDO CATORZE
Querido Irmão, Querida irmã,
Alegria e Paz!
     Este Roteiro apresenta sugestões de estudo e reflexão baseadas no livro “Atendimento Fraterno no Centro Espírita: A Terapêutica do Cristo Consolador” (livro-base).

CAPÍTULO PARA ESTUDO: 16
Um Olhar Espírita para o Ser Humano
Páginas 157 a 168 (1a. ed.); Páginas 217 a 233 (2a. ed.)

OBJETIVO DO CAPÍTULO 16.
Parte II: Seção IV - Conceitos Operacionais
Através de um exemplo histórico, sugere reflexões sobre a necessidade de um olhar de essência para quem chega ao Atendimento Fraterno. Apresenta a visão Espírita do ser humano como compreensões e modos de ver fundamentais à metodologia da compaixão e da misericórdia do Cristo Consolador.

ATIVIDADES INDIVIDUAIS (prévias ao encontro do Grupo de Formação)
      Neste capítulo você é convidado a refletir sobre suas ideias pré-formadas sobre aquele que busca o Atendimento Fraterno, ao mesmo tempo que sobre si mesmo, enquanto pessoa.
     Pois que a visão cristã do ser humano – e, dentro dela, a visão espírita - transcende a maneira usual de olharmos para nós mesmos e o nosso próximo. Apresenta-nos o desafio de mudarmos as nossas concepções usuais - centradas mais nas aparências existenciais - para a essencialidade do Espírito Imortal que todos somos.
    Para atender a esse desafio, leia com atenção todo o capítulo. Somente após essa leitura atenta passe a refletir sobre as proposições a seguir.
1. Na passagem sobre a conversão de Saulo de Tarso, ele se torna cego a partir do momento de seu encontro com Jesus, recuperando-se para uma nova visão de mundo pelas mãos curadoras de Ananias. Identifique as explanações da autora sobre a necessidade desse “rito de passagem” na vida do futuro missionário Paulo. Você concorda ou discorda delas? Para contextualizar suas reflexões, considere o consenso atual dos estudiosos sobre “ritos de passagem”:

Um “rito de passagem” é caracterizado por circunstâncias que sinalizam mudanças na situação da pessoa perante sua sociedade, religião ou mesmo em sua intimidade. Note que a analogia com o conceito antropológico de "rito de passagem", como utilizado aqui, não se refere a um evento ritualístico prescrito para alguém e sim ao marco gerador de significativas mudanças em seu posicionamento perante a vida.Tradicionalmente, podem ser considerados “ritos de passagem” eventos sociais como nascimentos, mortes, casamentos; atos que marcam mudança do estado de criança para o de adulto, conversão a uma religião ou ideologia; celebrações de mudança da situação de aprendiz para a de profissional em uma área ou seita; confirmação de fé ou adesão a uma congregação... Podemos também considerar como "rito de passagem” um evento de "quase-morte" (como define a ciência); um encontro com a espiritualidade transcendente, a obtenção de uma cura física, mental ou espiritual, de impacto íntimo capaz de transformar nossa visão do mundo e do valor das coisas. Apesar de seu aspecto de marco específico de mudança, as consequências práticas do evento caracterizado como “rito de passagem” tomam tempo variável para se firmarem na personalidade e na vida da pessoa que realizou a passagem.

2. Rememore e pontue "ritos de passagem" que você tenha presenciado em sua vida social. Depois, pense em seu ingresso no Espiritismo. Aconteceram eventos marcantes que levaram você a incorporar a Doutrina em sua intimidade? (Considere esta pergunta como válida mesmo que você tenha nascido em lar espírita...). E para a tarefa de Atendente Fraterno, como foi o seu chamamento interior?
3. Reflita sobre suas disposições interiores para realmente mudar sua visão do ser humano, considerando-o primeiramente em sua Essência Imortal e em suas possibilidades infinitas como criatura evolutiva.
4. No liro-base, página 162 (1a. ed.) ou página 225 (2a. ed.) fazemos a seguinte afirmação: “(...) a maioria de nós costuma olhar primeiramente para os aspectos sombrios do próximo (...)”. Releia o parágrafo onde essa citação se insere e responda para si mesmo se isto se aplica a você, isto é, se existem “escamas” que ainda toldam seu olhar. Considere a advertência de Jesus enfocada nesse tópico e a necessidade de trabalho sistemático e consciente para podermos realizar o trabalho que nos compete no auxílio ao próximo em dificuldades...
5. Enumere as premissas gerais que devem orientar sua visão Espírita do ser humano em atendimento. No livro-base, reveja a nota que explica o sentido da palavra “premissa”. Encontra-se na página 306, item 7 (1a. ed.) ou na página 228, nota de rodapé 102 (2a. ed.). Leia a argumentação sobre cada premissa e acrescente suas próprias ideias para reforça-la. Leve ao seu Grupo de Formação suas reflexões.
6. No texto enumeramos três conclusões básicas para a prática do Atendimento Fraterno. Reveja quais são elas e acrescente suas próprias considerações.

ATIVIDADES NO GRUPO DE FORMAÇÃO
     Sugerimos que sejam seguidos os itens da orientação sobre “Dinâmica dos Encontros do Grupo de Formação”, explicitada na página “GRUPOS DE FORMAÇÃO”, neste site. Menu: “Formação em Atendimento Fraterno”.

MENSAGEM INSPIRADORA
“Observemos Amando”
(Espírito Emmanuel)
     A mensagem integral encontra-se na página “MENSAGENS INSPIRADORAS”, neste site. Menu: “Formação em Atendimento Fraterno”. Pode ser baixada pelo usuário.

SUA PRÓXIMA TAREFA
      Tomar conhecimento e realizar as atividades individuais do “ROTEIRO QUINZE” antes do encontro do seu Grupo de Formação, no qual ele vai ser focalizado.

ESTEJA SEMPRE NA PAZ DO DIVINO MESTRE !

copyright@ NEUZA ZAPPONI-MELLO, 2016

CRIAÇÃO E DESENVOLVIMENTO Neuza Zapponi de Mello

     Escritora; palestrante; facilita cursos de autotransformação (reforma íntima) e formação de trabalhadores espíritas. Filiações de trabalho: Federação Espírita do Distrito Federal (FEDF) e Comunhão Espírita de Brasília. Profissional por quarenta e sete anos em Psicologia e Educação. Vasta experiência no atendimento a pessoas em sofrimento profundo (perdas, traumas, crises severas, doenças graves). Professora-doutora aposentada da Universidade de Brasília (UnB). Ex-professora da University of Texas (USA).

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